O VALOR DO NOME ATUALMENTE, UM NOVO NOME LÁ NA GLÓRIA 212, Reflexão do hino!
Todo nome possui um significado, portanto talvez o meu nome possua um significado. O que se sabe é que a antiguidade aplicava melhor (passo o pleonasmo) o emprego do nome, que era algo como que se fosse o cartão de visita de uma pessoa que não se conhece.
Eu indago, não queria eu ter um nome vituperante? Que ao ser visto ou ouvido chamar levasse consigo o melhor valor possível! Que talvez seria coincidente com o que o caráter revelava através do comportamento.
Os povos pagãos, suponho ser assim, seria a referência dos grupos que se conhece mais pelo mundo a fora. Agora, faço um contra-censo disso e diria que o primeiro grupo, para não dizer indivíduo a usar o nome da melhor maneira, foi o do éden, onde, para os cristãos, Deus outorgara a Adão a oportunidade, antes de Lineu, de nomear as espécies de viventes que existiam e algumas ainda existem na terra, pelo menos devo presumir que seja somente as espécies para ele visíveis e que estavam sobre sua jurisdição. Indaga-se qual foi o critério de nomenclatura? Não sei, vou apenas especular que era o comportamento singular que cada animal e planta apresentava.
Não sei qual tem sido o método de nomenclatura de hoje, pelo menos ainda não me propus a aprofundar o assunto, para as espécies híbridas, mas deve estar mesma base e essência, da proposta apresentada anteriormente.
Infelizmente, aos nossos nomes poucos são os que aplicam tais princípios. Damos nomes de personagens (pode ser familiar) que nem sequer conhecemos ou fazemos ideia do seu caráter (sublinho esse ponto para, os familiares). Um exercício proponho: Ao pensarmos em fazer isso devemos primeiro saber o que queremos que os nossos filhos sejam, e com isso propor uma aproximação do nome duque seria.
Este nome não deve ser perpétuo deve alterar com base no comportamento que se ganha ao longo da vida, porque afinal, o que sempre digo, não retiro, a vida não é constante nem estática, e o dinamismo dela vai nos transformando tanto para melhor nuns pontos, como para pior noutros assuntos.
O Nome perdeu valor essencial no mundo contemporâneo, porque não se pensa no seu significado, somente na sua eufonia com base ao padrão atual. Não proponho forçar que se volte a tal prática, não é minha intenção ao escrever este artigo, e sim este que passarei a redigir nas próximas páginas.
A parte a todas imprevisões quanto a escolha dos nomes, Jesus reserva um novo nome para cada um que vencer, ou talvez será aquilo que iremos nos transforma.
E cada pessoa "é uma pessoa", e possui qualidades que as distinguem de outros seres.
Agora fico aqui a pensar, quantas vezes eu imaginei não profundamente, se calhar inconscientemente e por ignorância, que o novo céu e terra será monótono, tendo em vista ao comportamento, talvez pensava isso porque tem-se a informação de que só existem dois tipos de comportamentos (o bom e o mau); e por não haver mais mal só terá o bom comportamento.
Mas não será isso, é obvio que não estou a dar uma regra, nem prever o futuro, mas tal como existem diferentes maneiras de praticar o mal, também existem diferentes formas de praticar o bem. E no novo mundo será assim, porém isento do mal, onde uma forma não anula a outra e sim complemente a outra forma de bom comportamento.
Portanto, cada um de nós irá exercer um tipo de influência e beneficio na nova terra para o enriquecimento dos outros. Por isso Jesus reserva um nome para cada um de nós.
Eu indago, não queria eu ter um nome vituperante? Que ao ser visto ou ouvido chamar levasse consigo o melhor valor possível! Que talvez seria coincidente com o que o caráter revelava através do comportamento.
Os povos pagãos, suponho ser assim, seria a referência dos grupos que se conhece mais pelo mundo a fora. Agora, faço um contra-censo disso e diria que o primeiro grupo, para não dizer indivíduo a usar o nome da melhor maneira, foi o do éden, onde, para os cristãos, Deus outorgara a Adão a oportunidade, antes de Lineu, de nomear as espécies de viventes que existiam e algumas ainda existem na terra, pelo menos devo presumir que seja somente as espécies para ele visíveis e que estavam sobre sua jurisdição. Indaga-se qual foi o critério de nomenclatura? Não sei, vou apenas especular que era o comportamento singular que cada animal e planta apresentava.
Não sei qual tem sido o método de nomenclatura de hoje, pelo menos ainda não me propus a aprofundar o assunto, para as espécies híbridas, mas deve estar mesma base e essência, da proposta apresentada anteriormente.
Infelizmente, aos nossos nomes poucos são os que aplicam tais princípios. Damos nomes de personagens (pode ser familiar) que nem sequer conhecemos ou fazemos ideia do seu caráter (sublinho esse ponto para, os familiares). Um exercício proponho: Ao pensarmos em fazer isso devemos primeiro saber o que queremos que os nossos filhos sejam, e com isso propor uma aproximação do nome duque seria.
Este nome não deve ser perpétuo deve alterar com base no comportamento que se ganha ao longo da vida, porque afinal, o que sempre digo, não retiro, a vida não é constante nem estática, e o dinamismo dela vai nos transformando tanto para melhor nuns pontos, como para pior noutros assuntos.
O Nome perdeu valor essencial no mundo contemporâneo, porque não se pensa no seu significado, somente na sua eufonia com base ao padrão atual. Não proponho forçar que se volte a tal prática, não é minha intenção ao escrever este artigo, e sim este que passarei a redigir nas próximas páginas.
A parte a todas imprevisões quanto a escolha dos nomes, Jesus reserva um novo nome para cada um que vencer, ou talvez será aquilo que iremos nos transforma.
E cada pessoa "é uma pessoa", e possui qualidades que as distinguem de outros seres.
Agora fico aqui a pensar, quantas vezes eu imaginei não profundamente, se calhar inconscientemente e por ignorância, que o novo céu e terra será monótono, tendo em vista ao comportamento, talvez pensava isso porque tem-se a informação de que só existem dois tipos de comportamentos (o bom e o mau); e por não haver mais mal só terá o bom comportamento.
Mas não será isso, é obvio que não estou a dar uma regra, nem prever o futuro, mas tal como existem diferentes maneiras de praticar o mal, também existem diferentes formas de praticar o bem. E no novo mundo será assim, porém isento do mal, onde uma forma não anula a outra e sim complemente a outra forma de bom comportamento.
Portanto, cada um de nós irá exercer um tipo de influência e beneficio na nova terra para o enriquecimento dos outros. Por isso Jesus reserva um nome para cada um de nós.

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